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sábado, 25 de outubro de 2025

O PENSAMENTO VIVO DE ANASTÁCIA: Uma Filosofia Para Tempos De Reconexão

Por Frater Ananias Venceslau Braga

O Anastacianismo é mais que uma filosofia — é uma escuta profunda do espírito humano em busca de reconciliação com o mundo e consigo mesmo. Inspirado na figura simbólica de Anastácia, mulher marcada pela dor e pela transcendência, esse pensamento vivo convida à retomada da fé como força transformadora, à solidariedade como prática cotidiana, e à esperança como vibração essencial.

A luz que nasce da dor

A obra O Pensamento Vivo de Anastácia nasceu do desejo de traduzir essa sabedoria ancestral para o nosso tempo. Publicado com ampla circulação popular — foram 10 mil exemplares vendidos em bancas de jornais — o livro encontra-se atualmente esgotado, mas prepara-se para renascer em nova edição, revisada e ampliada.

No coração do Anastacianismo pulsa a ideia de que cada pessoa é responsável pela construção do próprio destino, e que essa construção só se realiza plenamente quando guiada por valores éticos, espirituais e comunitários. Pensar em Anastácia é mergulhar em si mesmo, é reconhecer que a luz divina não está distante, mas vibra em cada gesto de amor, em cada ato de resistência, em cada palavra que cura.

🌱 IBMul e ProSER: o pensamento em movimento

O IBMul – Instituto Biófilo Multiversal incorpora essa filosofia em práticas artísticas, culturais e educativas, promovendo ações que despertam consciência e pertencimento. Dentro do instituto, o projeto ProSER é uma extensão viva dessa proposta: um espaço de criação e expressão onde o pensamento de Anastácia se transforma em arte, escuta, presença e transformação. É a biofilia multiversal em movimento — onde o humano se reencontra com o sagrado, com a natureza e com o outro.

🌍 Reconectar para transformar

Em tempos de desconexão e desamparo, o Anastacianismo propõe uma reconexão radical: com a fé, com a comunidade, com a própria essência. O Pensamento Vivo de Anastácia é um convite à escuta, à coragem e à transformação — não como promessa distante, mas como prática cotidiana.

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